Perdi as contas de quantas vezes eu li e ouvi que hoje é dia do beijo. Bem, não vou me ater às questões físico-químicas do beijo, já que beijar é bom e todo mundo gosta. Porém, o beijo tem um significado importante nos relacionamentos humanos, há quem diga que esse ato surgiu ainda no tempo dos homens das cavernas, quando os homens de Neanderthal se lambiam para obter sal do suor do corpo do outro.
Mais tarde, na Idade Média, o beijo se tornou uma espécie de assinatura que garantia fidelidade, considerando que naqueles tempos quase ninguém sabia ler e escrever, o jeito era apelar para gestos significativos.
Daí por diante o beijo foi mudando, ganhando significados até chegar aos dias de hoje e não ter mais significado algum...
Bem, para você que é antiquado, para quem o beijo significa algo, aproveite este dia que já está terminando e distribua beijos especiais. Veja: ninguém disse que hoje é o dia do beijo de língua, então, mesmo sem um amor, um “peguete”, ou um “fico”, é possível comemorar distribuindo beijos significativos naqueles que você ama, gosta, ou simplesmente não quer nunca que saia de perto.
Eu amo a música, muitíssimo mais do que ela me ama. Ainda não consegui distinguir se amo a música porque sou muito auditiva ou se sou muito auditiva porque amo a música. Fato é que eu ouvi uma vez, chamou minha atenção, sinto uma necessidade indescritível de saber mais, saber tudo sobre. Foi assim com Juan Luis Guerra.
Quando eu ouvi Bachata Rosa, na trilha da novela De Corpo e Alma como tema da personagem da Daniela Perez (aquela filha da Glória Perez que foi assassinada brutalmente pelo seu colega de trabalho e a esposa dele) eu achei que aquela era a música mais linda do mundo. Na época não tinha internet, e o jeito foi esperar dias e dias ao lado do rádio até que eu conseguisse gravar na fita cassete. Meu pai até tentou que o Raul trouxesse uma fita dele para mim do Paraguai, mas não sei por que, essa fita nunca chegou.
Eu tinha um pouco de vergonha de gostar dessa música e desse artista, porque todas as minhas colegas de escola gostavam dos New Kids On The Block e eu os odiava muito. Com o passar do tempo, eu esqueci um pouco a minha paixão pelo Juan Luis, infelizmente a carreira dele não emplacou no Brasil, um pouco em função da morte da atriz que interpretava a personagem da música tema, um pouco em função da estratégia de marketing equivocada da gravadora e muito porque no nosso país as pessoas preferem cantar e ouvi em inglês.
O tempo passou, a Internet chegou e a Rede TV exibiu Pedro, o escamoso e na abertura, La Hormiguita! Tudo o que eu precisava para pesquisar e baixar algumas músicas dele e aquela paixão voltar com força total. Conheci o Andrés, aderi à banda larga e pude-me atualizar com a discografia quase completa (me faltam apenas 2) vídeos, músicas e encontrar no mundo todo gente que assim como eu ama Juan Luís Guerra.
Na qualidade de pretensa musicista, eu sei muito bem que ele tem muitas músicas porcaria, mas quando ele é genial, ele é GENIAL e justiça seja feita, não haveria genialidade sem "su 4.40" que abrilhanta com o coro, os metais impecáveis e a percussão precisa . Independente se porcaria ou não, eu amo esse artista que é um músico impecável, um homem extremamente coerente com os seus princípios. Como eu sempre digo qualidade se discute, gosto não e a mim me gusta.
Bem, caros leitores, aqui temos a participação especial de Mário Roberto, O Príncipe Bruto!
As opiniões emitidas abaixo são de inteira responsabilidade do autor do texto embora eu concorde com quase tudo, menos com a forma com que ele se refere à Gal.
No idos anos 80, bem antes de sermos apresentados à cauda dinossáurica da Shakira, a Colômbia era reconhecida por ser país-sede de uma gigantesca organização, digamos, comercial: O Cartel de Medelín.
No auge dos negócios, o grupo chegou a controlar 80% da ditribuição de cocaína ao redor doplaneta.
Um cidadão chamado Pablo Emilio Escobar Gaviria era o chefe desta organização e, através de muito dinheiro “investido” nos afagos aos homens-da-lei, tornou-se Rei daquelas terras pré-Shakirianas.
Reza a lenda que os delatores do sistema imposto pelo cartel eram agraciados com um singelo castigo: Execução pelo método da gravata colombiana.
A “técnica” baseava-se em cortar a garganta do cidadão e puxar para fora a lígua de trapo do imbecil que ousara dedurar o esquema de Escobar. Asfixia na certa.
Enquanto Escobar deitava (mandava, cheirava, matava...) e rolava em Bogotá (não sei porque, mas esse nome sempre me lembra Boi-tá-tá...), a Terra Brasilis ainda estava anestesiada com o recente fim da ditadura, vivendo um híbrido sentimento de alívio e incerteza.
Ninguém sabia ao certo como Tancredo havia morrido, se havia morrido, ou se morreram com ele. Ninguém aguentava mais ouvir “70 Neles” (setenta neles, setenta neles, setenta neles, outra vez Brasil...) na voz afeminada do baianinho Gal Costa. E, para piorar, o long play “Xou da Xuxa” é lançado, alcançando em pouco tempo a marca de 2.622.977 cópias vendidas.
É bem ai, no meio dessa incerteza toda, onde não se sabe se a dita é DURA ou se a dita é MOLE, se a moça se chama Gal ou se é um Galo, e se a Xuxa realmente é um “xou”, que surge uma das canções mais intrigantes da música popular brasileira: “Ela é americana”.
Esta canção é simplesmente um emaranhado de exaltações e informações subversivas, todas cuidadosamente disfarçadas de romance, pieguice, lambada, e outras coisas cafonas.
O compositor é um camarada chamado Solano (a banda chamava-se Solano e seu Conjunto... pense!), ele é paraense e participava do movimento “guitarradas do Pará”. Dentre os expoentes da guitarrada está o GRANDE (e eu não estou brincando não, que o diga Hebert Vianna!) Chimbinha!
“Ela é americana” é uma pérola na arte de se fazer mensagem subliminar. Ninguém me tira da cabeça que no meio de toda turbulência política brasileira, somada às influências caribenhas na região norte, o danado do Solano fez uma puta de uma exaltação ao até então Rei da Colômbia.
Vejamos:
Ela é americana, da América do Sul;
Ela é americana, da América do Sul;
Eu amo uma americana, ela é bacana, linda pra chuchu;
Quando estou na pior, ela está na melhor, ela me dá tutu;
Com ela não tem cara feia, tudo é limpeza, tudo está legal;
Com ela não tem dedo duro, nada de furo, ela é genial;
Gosta de uma maluquice, mas de caretice, ela tem horror;
Gosto da americana, não me fale dela eu lhe peço por favor!
Tô gamado nela, vou me casar com ela;
Não tem deduração, vou fazer com ela uma transação!
Tô gamado nela, vou me casar com ela;
Não tem deduração, vou fazer com ela uma transação!
Agora, me diga: Onde, nos anos 80 (império americano em alta), iria-se encontrar uma mulher da américa do sul que fosse descolada, gostasse de maluquices, e tivesse “tutu” para bancar vagabundo? Mais ainda, por que ela seria “dedo-duro” e daria “furos”? Quem fez o quê, héin?! E, por fim, por que ele pede que não lhe falem dela? Por que falar de uma americana da américa do sul se somos todos “hermanos”?
Não quero dizer que o Solano tenha participado de alguma facção criminosa, ou algo do tipo. Longe disso. Agora, desprezar “Ela é americana” e não classificá-la como uma pérola da subversão, com direito à letra e melodia subliminares, fica difícil!
Esta canção foi um tapa na cara, ou, se preferir, foi uma gravata colombiana na empáfia dos pseudo-intelectuais brasileiros que só entendiam mesmo de pornoXUXADAS, coisas bem aonível “amor, estranho amor” e “Chica da Silva”... Coisas bem ao estilo do Arnaldo Jabor, um cara que eu sinceramente não entendo qual a função dele na mídia nacional. Ele é apenas um Nelson Rubens que sabe falar difícil. Só isso.
Talvez, se Solano aparecesse na TV de vez em quando, o nosso admirável gado novo tb o idolatrasse, assim como fazem com o Nelson, assim como fazem com o Arnaldo.
Todos os dias eu espero o meu filhote Rafo para ir embora do trabalho e andarmos juntinhos no longo caminho da empresa até a rua. Esses dias, quando saímos do prédio, eu dei de cara com umas flores amarelas, que eu nunca tinha reparado, aí, do alto da minha efusividade eu: OLHA, RAFO!!! QUE FLORES AMARELAS LINDAS!!! A Ana Cláudia, que vinha com o namorado logo atrás da gente , perguntou, bem humoradamente se eu estava bem.
Andamos mais um poquinho, até o banco, o Rafo tinha de pagar umas contas e enquanto ele pagava eu fiquei prestando atenção na televisãozinha que tinha lá, quando de repente, apareceu o nome do Gûs para o Brasil inteiro ver que era aniversário dele e, novamente não me contive, exclamando: OLHA, RAFO!!! O NOME DO GÛS PARA O BRASIL INTEIRO VER!!!
Após o Rafo ter realizado suas operações bancárias, seguimos o nosso caminho e novamente eu me espantei: OLHA, RAFO!!! QUE LINDO!!! Eram as luzes da rua e da lua colorindo as fissuras da lona do toldo que foram causadas pelos granizos da chuva. Durante o dia aquela lona rasgada é horrível, mas a noite, com aquelas luzes, ficou tão bonito que até tiramos fotos.
Antes da conversa que tive hoje com o Fernando, eu achava que meu comportamento era infantil e inapropriado, mas agora eu percebi que é poesia. Muito em breve meu filhote vai seguir o seu caminho, vai fazer o que gosta e exercer a profissão para a qual está se preparando. Eu tenho muito orgulho dele, por tudo o que ele é, pelo que ele pode ser e fico feliz que ele esteja crescendo. Mas, não posso deixar de dizer que sem ele meu caminho diário terá um pouco menos de poesia.
E falando em poesia... Uma das mais belas canções do Juan Luis Guerra...
¿Que tal una salsa para empezar bien la lunes?
Gloria Estefan y "La reina de la Salsa, Celia Cruz" en
Tres Gotas de Agua Bendita
Composição: Gloria Estefan / Emilio Estefan
En la campiña sentada está mi abuela Luciana
Que aunque está vieja y cansada tempranito se levanta
Justo al cantío de un gallo y al toque de mi guitarra
Ella se viste de blanco pa´ la faena del día.
Y antes de coger la calle pa´ casa de sus vecinos
Le pone un vaso de agua al ángel de su marido
Y pa´ que nada le falte en el transcurso del día
Saca su pañuelo rojo y un poco de agua bendita.
Un, dos, tres, tres gotas de agua bendita
Y se te cura el lumbago y se te aclara la vista
Un, dos, tres, tres gotas de agua bendita
Con agua bendita, negrita, tos´ los males se te quitan
Un, dos, tres, tres gotas de agua bendita
Y un poco de hierbabuena, se curan las pesadillas
Tres gotas de agua bendita y se te aclara el futuro
Nunca te falte el trabajo y vas hasta el fin del mundo.
Con el pasar de los años mi abuela no comprendía
Que el mundo va progresando, que existe la medicina
Que existen computadoras, que existe la geografía
Que todo no se resuelve bañado en agua bendita, no, no.
Un, dos, tres, tres gotas de agua bendita
Para el dolor de cabeza no te hace falta aspirina
Un, dos, tres, tres gotas de agua bendita
Y un poco de hierbabuena te quita las pesadillas
Un, dos, tres, tres gotas de agua bendita
Pa´ que te cure el espasmo y nunca sientas envidia...
¡envidiosa!... a-há
Un, dos, tres, tres gotas de agua bendita
Pa´ que el muchacho de al lado te diga los buenos días
Tres gotas de agua bendita y se te aclara el futuro
Nunca te falte el trabajo y vas hasta el fin del mundo.
Mi abuela con el agua bendita, pero yo... ¡con azúcar!
Oye, celia, tienes un poco del azúcar esa pa´ cá
Ay, dejamos a gloria fuera, pero ella también tiene.....
¡azúcar!.
Un, dos, tres gotas de de agua bendita
Para el dolor, para el dolor, para el dolor de cabeza
De agua bendita
Ay, mi abuela no vive si no tiene el sabor
De agua bendita
Con tu pañuelo en la mano
Oye, gloria, ¿ese pañuelo es de guatalaja?.... ¿qué cosa?
De agua bendita
Para que nada, para que nada, para que nada te falte
De agua bendita
Ay, mi abuela si ve el internet se cree que es
De agua bendita
Agua bendita, agua bendita, qué rica
De agua bendita
Agua bendita pa´ tí, agua bendita pa mí y pa´ mi abuelita
De agua bendita.
Esa es mi abuela. la quiero con locura.
Y a ti también, celia
Tres gotas de agua bendita.
Eu gosto da Gloria Estefan!
Quem a conhece já riu, quem não conhece ficou com cara de ponto de interrogação e agora eu vou me explicar:
Eu gosto da Gloria Estefan, sempre gostei, desde criança quando ela era um ícone dos anos 80, a trilha de "Três solteirões e um bebê", as trilhas de novelas e depois das Olimpíadas... tá bom, ela cantou com Alexandre Pires, mas todo mundo pode dar um escorregão na vida...
Além disso, eu não disse que a música da Glória é boa, a maioria é ruim, mas ela tem pérolas pop, geralmente em espanhol.
Mas, o que eu gosto mesmo da Glória é o que pouca gente sabe. Ela é uma pop star que nucnca se envolveu em um escândalo, é psicóloga, fala 4 idiomas fluentes e é casada com o mesmo marido (de quem eu também sou fã) há mais de 30 anos.
Embora cubana, ela não pode ir a Cuba, ou pelo menos não podia, também suas músicas não podem tocar lá, porque seu pai era guardacostas da primeira dama, mulher do ditador Fulgêncio Batista que antecedeu Fidel, participou da invasão à Bahia dos Porcos e, foi expatriado, assim como seus descendentes.
Eu gosto da Glória porque ela é inteligente, sabe que só funciona com seu marido, manager e produtor Emilio Estefan, este por sua vez, igualmente inteligente, sabia que ela venderia mais que a banda, recolheu-se dos palcos e é o grande nome do pop latino nos Estados Unidos.
Bem, eu ficaria aqui horas e horas, expondo os meus motivos para gostar de Glória Estefan, ou melhor, do casal Estefan, mas gosto não se explica nem se justifica.
Então, para quem compartilha do meu gosto, como o presidente Barak Obama, segue a música que o presidente tem em seu ipod.
Depois do português o idioma com o qual eu mais me identifico é o espanhol, acho a sonoridade linda, praticamente se fala como se escreve, e em canções dá um toque de sentimento que nenhum outro idioma proporciona.
Esses dias, ouvi de uma amiga poliglota que espanhol é brega, e músicas em espanhol, sobretudo as latinoamericanas são mais bregas ainda. Refletindo sobre, cheguei a conclusão de que a minha amiga tem certa razão, considerando que o brega prima pela estética do exagero e as canções latino-hispânicas sempre pendem para o exagero, principalmente nos arranjos onde se pode ouvir muitos metais nas regiões médias.
Independente de qualquer coisa, o fato é: eu gosto do idioma espanhol e gosto mais ainda de ouvir canções interpretadas por vozes primorosas como a de Eugenia Leon, a maior cantora mexicana do mundo!
Ontem foi um dia que todo mundo decidiu falar de amor, de coração partido. Houve quem desenvolvesse uma discussão extensa no facebook, quem se declarou e não foi correspondido e ainda quem se desiludiu porque tinha certeza de que o jogo estava ganho, mas no amor, assim como no futebol, o jogo só acaba quando termina, a derrota imprevista foi inevitável.
E se eu pudesse ter musicado cada cena que eu vi, seria assim:
Nervos de Aço (Lupicínio Rodrigues - 1947) Na interpretação do próprio, inventor da dor-de-cotovelo, termo que se deve ao fato de que desiludidos apoiam os cotovelos sobre o balcão do bar e lá permanecem até afogarem todas as mágoas, quando terminam e quando passa o efeito do álcool, lá estão os cotovelos doendo...
"Há pessoas com nervos de aço Sem sangue nas veias E sem coração Mas, não sei se passando o que eu passo Talvez não lhes venha qualquer reação Eu não sei se o que trago no peito é ciúme, despeito amizade ou horror, Eu só sinto é que quando a vejo me vem um desejo de morte ou de dor"
Segredo (Herivelto Martins e Marino Pinto - 1947)
A interpretação é do Ney Matogrosso, por que não encontrei a original em vídeo e não sei fazer um podcast
"Quando o infortúnio nos bate á porta O amor nos foge pela janela"
Laranja Madura (Ataulfo Alves - 1966) Na interpretação do sensacional Casuarina
"Laranja madura
Na beira da estrada,
Tá bichada Zé,
Ou tem marimbondo no pé."
Me voy (Julieta Venegas - 2006) na interpretação da própria.
"No voy a llorar y decir que no merezco esto Porque es probable que lo merezco Pero no lo quiero Por eso Me voy Que lástima pero adios Me despido de ti y me voy"
Um dia um guitarrista estadunidense chamado Ry Cooder acordou e disse: vou para Cuba encontrar música boa porque aqui está difícil. Ry pegou seu filho, combinou com uns contatos e partiu para Cuba resgatando os grandes nomes da música dos anos 40 e 50 que estavam perdidos pela ilha. Com muito esforço, uma romizeta e um poderoso aparato de marketing Ry juntou todos eles e os trouxe para os holofotes mundiais com o nome de Buena Vista Social Club.
Como pode se ver, a maioria dos integrantes do grupo são homens, mas duas mulheres se destacaram, Teresa García Caturla e a mais bela voz feminina em atividade Omara Portuondo. No vídeo abaixo, as moças dividem o vocal de Killing me soflty.
Infelizmente, muitos dos integrantes originais do Buena Vista já morreram, mas o grupo continua em atividade, inclusive estiveram recentemente no Brasil.
Bebês, bonequinhos fantoches, o Chaves e o Chapolim me causam um sentimento que eu não sei explicar é uma espécia de encantamento mágico, uma alegria sublime, algo inclassificável. Eu gosto de todos os bebês, os que já nasceram e os que ainda estão na barriga das mães e acho que todos eles gostam de mim. Quando um bebê sorri para mim, meu dia está ganho.
Com os bonequinhos fantoches o sentimento é parecido, quando vejo um bonequinho fantoche dançando e cantando, muitas vezes eu me seguro para não chorar de emoção, isso quando não tenho crises de riso homéricas, principalmente com os personagens da Vila Sésamo.
Bem, Chaves e Capolim não são diferentes e ainda me remetem à infância.
Anti-ontem eu achei um vídeo fantástico do Topo Gigio com o Dr. Chapatim, não aguentei de tanta euforia e postei no facebook, mas encontrei outro melhor para colocar aqui, dois vídeos e o episódio completo (ou quase) ;)
Aos meus amigos mais jovens, que não conheceram o Topo Gigio, uma oportunidade e para os que conheceram, a chance de relembrar...